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Com casa cheia, Molico/Osasco vence clássico contra Unilever e aumenta vantagem na Superliga

E AÍ, ALGUÉM AINDA DUVIDA QUE ESSA EQUIPE É OSSO DURO DE ROER? 
Que é a maior rivalidade do voleibol feminino todo mundo sabe. Um Molico/Osasco X Unilver/Rio de janeiro arrasta multidões, independente de dia, hora e local. E foi exatamente assim, com um José Liberatti lotado e vibrante (ah, essa torcida sempre dá um show a parte)  que as donas da casa aplicaram 3 sets a 0 (parciais: 21X19, 21X16 e 21X18) pra cima das principais rivais.  

Foram treze jogos. E foram também treze vitórias. Com apenas 5 sets perdidos e 39 vencidos, as osasquenses vão a 37 pontos na competição nacional e, invictas, encerram o primeiro turno com um desempenho impecável: 100% de aproveitamento. 

É do conhecimento de todos que a equipe de Osasco é cadeira cativa no seleto grupo de times mais vitoriosos do vôlei mundial, sempre figurando na lista de favoritos ao título. No campeonato nacional não poderia ser diferente. No entanto, as comandadas pelo técnico Luizomar de Moura começaram desacreditas na competição após duas perdas de peso: as ponteiras Jaqueline (gravidez) e Fernanda Garay (jogando na Turquia). Muitos falaram que o Osasco não chegaria nesta final, após ser derrotado pelo Sesi e Vôlei Amil (no Campeonato Paulista) e uma vitória sofrida contra o São Caetano (Superliga). Mas o momento complicado da equipe durou pouco, pouquíssimo. Era só uma questão de tempo para que a nova configuração se entrosasse. 

E quando aconteceu: Vôlei Maranhão, São bernardo, São Caetano, Rio do Sul, Minas, Pinheiros, Praia Clube, Sesi, Vôlei Amil, Uniara AFAV, Barueri, Brasília e finalmente Unilever, todos essas equipes, respectivamente, sucumbiram a supremacia do voleibol osasquense. E aí, alguém ainda duvida que esse time é osso duro de roer? 


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